sábado, 14 de março de 2009

Who I Am?

Uma ex atleta. Uma atual dançarina. Brinco no passado. Fico passeando pelas lembranças. Às vezes faço o que quero, e às vezes faço o que tenho que fazer. Odeio inteligência arrogante. Já tive um amor platônico. Já acordei gritando por causa de um pesadelo. Já me prendi à pessoas e sentimentos. Rio de qualquer coisa. Sou despreocupada. Fico irritada quando estou com fome e/ou com sono. Deixo meus cães lamberem a minha bochecha. Já conseguí tirar 458 fotos em menos de uma hora. Já abracei árvores. Já fui a favor do movimento hippie. Já criei poesias. Até hoje brinco de cabra cega com algumas amigas. Procuro desenhos em nuvens. Todo dia tento enfrentar uma coisa que me dê medo de verdade. Não aturo gente de coração leviano. Sonho acordada. Só minto para salvar a verdade. Não sei perdoar. Sou revoltada com o tempo. Já perdí amizades. Já destruí confianças; e isso já foi recíproco. Nunca deixei meus sonhos morrerem. Quando ouço música me lembro de alguém ou de algo. Brinco com as borboletas. Tenho dificuldade em matemática. Discuto comigo mesma, de frente pro espelho. Odeio insegurança. Canso de dar conselhos pras pessoas e elas não me ouvirem e, depois que elas quebram a cara eu dou de dedo na cara dela e ainda falo: EU TE AVISEI! Procuro cores inexistentes. Acho inadmissível eu chamar minhas amigas e amigos pra tudo, pessoas que eu sempre lembro delas e, quando são pra elas me chamarem sempre tem a desculpa de que o celular tava desligado ou eu não estava no MSN [...]; as coisas não são bem assim! Não fingo ser legal para me aceitarem. Já pulei de um lugar bem alto para tentar voar e me esborrachei. Já quebrei o pulso. Meu bom humor é meu charme. Já dancei até cair. Já contei estrelas no céu. Os meu sonhos ninguém destrói, eles estão guardados na minha alma, e destruí-los é algo impossível, nunca vou deixar que isso aconteça. Adoro conversar. Não me importo de ficar em silêncio. Não acredito que o mundo vá acabar em 2012 e, mesmo que acabe, não é o mundo que vai acabar, e sim nós que vamos desaparecer. Amo uma bagunça. Sei que tudo o que vai, volta em dobro. Aprendi que pra tudo tem uma solução. Penso que segundas chances nunca adiantam, as pessoas nunca mudam. Tive que aceitar que as pessoas sempre irão me deixar e, que de uma forma ou de outra, os amigos um dia irão embora também. Odeio pessoas que realmente não têm mais o que fazer nas suas vidas patéticas e vêm cuidar da minha. Sou impulsiva com comida. Sinto falta de amigos de infância como se me faltasse um dente na frente: excruciante! Detesto amores reprimidos, em que eu fico com gritos contidos. Depois que aprendí a pensar por mim mesma, nunca mais pensei igual aos outros. Existem pessoas em que por elas, eu mataria ou morreria. Já fui humilhada em público. Já fui magoada. Já fui muito vingativa. Por fim, pra quem me virou as costas e me deixaram sozinha na escuridão, embora eu não deseje mal algum à eles, também não te desejo bem nenhum. Afinal, de quantas maneiras um coração pode ser destroçado, e ainda continuar batendo?

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