- Mas esperem, me deixem explicar...
- Não, eu não quero saber, não quero ouvir! Cale essa boca! - elas se levantaram e me deram as costas.
- Volta aqui, volta aqui, AGORA! - a minha única amiga, minha última esperança me defendeu.
Mas elas não voltaram.
- Cara, isso foi bom... - ela soltou uma risada.
- Ai, o que foi que eu fiz, eu estraguei tudo, eu NÃO ACREDITO! - abafei minhas palavras nas minhas mãos.
Mas não foi suficiente. A minha dor era muito grande e muito forte. Me debrucei sobre a mesa da cantina e chorei, chorei muito alto a ponto das outras pessoas olharem.
- Calma Ana, eu e a Lu estamos aqui, vai ficar tudo bem. - ela me tranquilizou.
A partir dali nada mais seria o mesmo. As coisas mudaram drasticamente.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
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